Em 5 anos não haverá mais cristãos no Iraque
A diretora da organização chama a perseguição religiosa no Oriente Médio de genocídio
A Fundação “Ajuda à Igreja que Sofre” (AIS) de Portugal apresentou na
última terça-feira (13) um relatório que mostra um cenário preocupante
em relação aos ataques no Oriente Médio: o fim do cristianismo.
“Estamos assistindo ao fim o cristianismo no Oriente Médio”, disse
Catarina Martins, diretora da AIS. “Não é exagero falarmos na palavra
genocídio, porque estamos falando de uma limpeza étnica, uma limpeza
cultural”, disse ela.
O relatório mostra a situação de 20 países, incluindo algumas nações
africanas que apresentam casos de perseguição religiosa. Tanto as
controladas pelo Estado Islâmico, como Síria e Iraque, como as que
possuem lei anti blasfêmia e as controladas pelo Boko Haram.
Pela visão da AIS se a morte de cristãos não for evitada não haverá
mais esse grupo de religiosos no
Iraque dentro de 5 anos e o mesmo pode
acontecer em outros países.
“O Ocidente ajudaria muito se parasse de alimentar a guerra nessas
regiões”, disse Martins preocupada com o crescimento da perseguição aos
cristãos em todo o mundo.


Comentários
Postar um comentário