Orar Pelas Autoridades

O fato de sermos cidadãos do Reino de Deus reforça nossa responsabilidade espiritual quanto ao bem estar cívico de nosso próprio país. 

É o que Paulo nos aconselha: 

Orem pelos reis e por todos os outros que têm autoridade, para que possamos viver uma vida calma e pacífica, com dedicação a Deus e respeito aos outros” (I Timóteo 2:2).

Política, com “P” maiúsculo, é a ciência e a arte de administrar o bem estar da cidade. 

Das instituições e também dos cidadãos. 

Foi baseado nesta definição que Paulo justificou nossa responsabilidade de orar pelos políticos: “para que possamos viver uma vida calma e pacífica”.

Só que o apóstolo explicita mais as implicações de orar pelas autoridades. 

Aquele que intercede pela vida comunitária deve fazê-lo no contexto da “dedicação a Deus e respeito aos outros”. 

Ao fazer esta observação, Paulo reitera os “grandes mandamentos”, segundo Jesus – antes demais nada, amar a Deus. 

Como consequência, amar ao próximo do mesmo modo como amamos a nós mesmos. 

Logo, orar pelas autoridades e não trabalhar para que haja “respeito aos outros” é brincar de ser religioso. 

Estamos disponíveis, de fato, para cumprir a vontade de Deus na nação em que vivemos?

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