Tira O Ímpio Do Palácio
Corrupção na vida pública é um problema milenar.
O rei Salomão descobriu isto de experiência própria e escreveu:
“Afaste do rei os maus conselheiros porque o que torna forte um governo é a justiça” (Provérbios 25:5).
Enquanto Salomão se manteve fiel à sabedoria que Deus lhe deu, seu governo foi próspero e conhecido por sua justiça.
Seu nome virou sinônimo de sabedoria e de governo justo.
Sua fama cruzou fronteiras.
Governantes do mundo buscavam ouvir seus conselhos.
Foi quando a política das conveniências passou a ultrapassar o bom senso, que a decadência espiritual e o desgoverno invadiram o palácio de Jerusalém.
E o trono de Davi ficou dividido e enfraquecido.
Corrupção é um malem potencial.
Suas raízes estão lá, bem dentro de nós, somente à espera da desonestidade para se alimentar e crescer.
E, eventualmente, destruir e matar.
Os “maus conselheiros” são bajuladores, superficiais, sem nenhuma sensibilidade para o bem comum.
Qualquer análise inteligente e competente detecta no “mau conselheiro” os cacoetes do egocentrismo e do desprezo aos princípios da honestidade.
Por isso, uma das formas bíblicas de “orar pelas autoridades” é o recurso jurídico da delação, do “disque denúncia”.
É o cidadão ajudando o rei a manter a justiça; e mantendo a justiça em sua própria vida diária.

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